Boa noite!!!
Gente vou relatar algumas coisas aqui, porém tudo aconteceu comigo.
Anualmente, estudos mostram que cerca de 300 mil adolescentes tornam-se mães, no país... muito triste né? E o pior algumas dizem que a gravidez foi planejada, como em pleno século 21 uma adolescente vai planejar engravidar?
E os estudos?
E os sonhos?
Morreram?
Não sou contra quem deseja ter um filho nova, porém temos que pensar um pouco antes de tomar uma decisão tão séria na vida, NÓS estamos falando de uma vida, um ser humano totalmente dependente da gente, ter um filho é caro, muito caro.
Ter um filho na adolescência significa abrir mão dos estudos, ter dificuldade em arrumar emprego, porque simplesmente parou de estudar lembra?
Abrir mão de passear para ficar em casa cuidando do filho.
Peguei um depoimento na internet de uma pessoa que foi mãe na adolescência:
“Engravidei aos 17 anos porque tinha relações com o meu namorado e nem sempre usávamos camisinha. Eu nunca tinha tomado pílula, nem me preocupava com isso, achava que não ia acontecer nada comigo. Quando descobri, demorei dois meses para criar coragem de contar aos meus pais, porque a gente nunca conversou em casa sobre sexo, não tive orientação da parte deles. Tive a sorte de poder contar com o apoio dos dois e do meu namorado. Mesmo assim, fiquei chocada com o que tinha acontecido, minha vontade era sumir, morrer, não queria de forma alguma. Levou um tempo até eu aceitar o bebê. Terminei aquele ano no colégio e tive que parar de estudar, assim como o meu namorado. Arrumamos emprego e fomos morar na nossa própria casa. De uma hora para outra, minha vida mudou totalmente, tive que assumir um monte de responsabilidades, tudo o que a gente fazia era pensando no nosso filho. Sem querer, os amigos ficaram de lado porque as baladas, as bagunças tiveram que ser deixadas para trás. Hoje a minha filha tem sete anos e é super companheira, a razão da minha vida. Mas, por ter vindo na adolescência, foi muito difícil. Quando vejo uma garota grávida, fico triste, sei o quanto é sofrido. Ser mãe é bom, mas o melhor é esperar a hora certa.” – Silvia, 24 anos.
Eu e a Esther, minha estrela! <3
Beijocas.
Gente vou relatar algumas coisas aqui, porém tudo aconteceu comigo.
Anualmente, estudos mostram que cerca de 300 mil adolescentes tornam-se mães, no país... muito triste né? E o pior algumas dizem que a gravidez foi planejada, como em pleno século 21 uma adolescente vai planejar engravidar?
E os estudos?
E os sonhos?
Morreram?
Não sou contra quem deseja ter um filho nova, porém temos que pensar um pouco antes de tomar uma decisão tão séria na vida, NÓS estamos falando de uma vida, um ser humano totalmente dependente da gente, ter um filho é caro, muito caro.
Ter um filho na adolescência significa abrir mão dos estudos, ter dificuldade em arrumar emprego, porque simplesmente parou de estudar lembra?
Abrir mão de passear para ficar em casa cuidando do filho.
Peguei um depoimento na internet de uma pessoa que foi mãe na adolescência:
“Engravidei aos 17 anos porque tinha relações com o meu namorado e nem sempre usávamos camisinha. Eu nunca tinha tomado pílula, nem me preocupava com isso, achava que não ia acontecer nada comigo. Quando descobri, demorei dois meses para criar coragem de contar aos meus pais, porque a gente nunca conversou em casa sobre sexo, não tive orientação da parte deles. Tive a sorte de poder contar com o apoio dos dois e do meu namorado. Mesmo assim, fiquei chocada com o que tinha acontecido, minha vontade era sumir, morrer, não queria de forma alguma. Levou um tempo até eu aceitar o bebê. Terminei aquele ano no colégio e tive que parar de estudar, assim como o meu namorado. Arrumamos emprego e fomos morar na nossa própria casa. De uma hora para outra, minha vida mudou totalmente, tive que assumir um monte de responsabilidades, tudo o que a gente fazia era pensando no nosso filho. Sem querer, os amigos ficaram de lado porque as baladas, as bagunças tiveram que ser deixadas para trás. Hoje a minha filha tem sete anos e é super companheira, a razão da minha vida. Mas, por ter vindo na adolescência, foi muito difícil. Quando vejo uma garota grávida, fico triste, sei o quanto é sofrido. Ser mãe é bom, mas o melhor é esperar a hora certa.” – Silvia, 24 anos.
Meu depoimento, tentei colocar um vídeo, porém não carregou, enfim decidi escrever.
"No ano de 2004 comecei a namorar o Tom (meu esposo), meu primeiro namorado, meu amor.
Em dezembro de 2005 engravidei, foi um choque, uma adolescente de 15 anos de idade, grávida, e meus sonhos, e minha vida como ficaria? Enfim, decidimos morar juntos, fomos para a casa da minha sogra, uma ótima pessoa, mãezona, amiga e uma excelente sogra, porém eu não queria ficar com ele, não nos falávamos, éramos dois estranhos, a gravidez evoluindo e nosso relacionamento regredindo. Sofria muito, pois tive que parar de estudar, não conseguia ir para a escola, passava muito mal, fiquei internada, era algo complicado. Em setembro de 2006 minha primogênita, minha princesa Esther Gabrielly nasceu, aquele serzinho lindo, que dependia de mim para tudo, estava ali em minha frente, tinha que cuidar, amar e proteger, e foi isso que fiz, e faço.
Ela é linda, uma filha maravilhosa, amo com todas as minhas forças. Porém, esse amor atrasou meus sonhos, não terminei o colégio na época que era para ser, não me formei ainda, não viajei o mundo como queria. Mas, querem saber? Não me arrependo de nada, a cada passo que dou na vida é por ela e pela Ana, faço tudo por elas, quero uma vida excelente para elas.
Sou uma chata, estressada e tudo mais (risos), porém sou brincalhona, saio muito com elas, assistimos filmes com pipoca em casa, brincamos e tudo mais. Amo e não me arrependo!"
Uma dica:
Não querem ter responsabilidades cedo? Não querem ser mães cedo?
Previnam-se!
Usem camisinha, bebam remédio. Hoje o mundo oferece NS oportunidades para evitar uma gravidez não desejada.
Pensem bem antes de qualquer coisa, estudem, viagem, conheçam outras pessoas, se conheçam, evoluem mentalmente antes de qualquer coisa.
"No ano de 2004 comecei a namorar o Tom (meu esposo), meu primeiro namorado, meu amor.
Em dezembro de 2005 engravidei, foi um choque, uma adolescente de 15 anos de idade, grávida, e meus sonhos, e minha vida como ficaria? Enfim, decidimos morar juntos, fomos para a casa da minha sogra, uma ótima pessoa, mãezona, amiga e uma excelente sogra, porém eu não queria ficar com ele, não nos falávamos, éramos dois estranhos, a gravidez evoluindo e nosso relacionamento regredindo. Sofria muito, pois tive que parar de estudar, não conseguia ir para a escola, passava muito mal, fiquei internada, era algo complicado. Em setembro de 2006 minha primogênita, minha princesa Esther Gabrielly nasceu, aquele serzinho lindo, que dependia de mim para tudo, estava ali em minha frente, tinha que cuidar, amar e proteger, e foi isso que fiz, e faço.
Ela é linda, uma filha maravilhosa, amo com todas as minhas forças. Porém, esse amor atrasou meus sonhos, não terminei o colégio na época que era para ser, não me formei ainda, não viajei o mundo como queria. Mas, querem saber? Não me arrependo de nada, a cada passo que dou na vida é por ela e pela Ana, faço tudo por elas, quero uma vida excelente para elas.
Sou uma chata, estressada e tudo mais (risos), porém sou brincalhona, saio muito com elas, assistimos filmes com pipoca em casa, brincamos e tudo mais. Amo e não me arrependo!"
Uma dica:
Não querem ter responsabilidades cedo? Não querem ser mães cedo?
Previnam-se!
Usem camisinha, bebam remédio. Hoje o mundo oferece NS oportunidades para evitar uma gravidez não desejada.
Pensem bem antes de qualquer coisa, estudem, viagem, conheçam outras pessoas, se conheçam, evoluem mentalmente antes de qualquer coisa.
Beijocas.



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